Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes foi contemplada com o direito de utilização, durante o ano de 2011, do Selo Pró-Equidade de Gênero. A honraria é concedida a entidades públicas e privadas, que se inscreveram no programa do Governo Federal coordenado pela Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres e cumpriram todas as exigências de participação.O programa Pró-Equidade de Gênero é uma das ações do II Plano Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres e tem como objetivo a promoção da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, no âmbito das organizações públicas e privadas, baseada no desenvolvimento de novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional. É um passo em busca da equidade de gênero no mundo do trabalho e a eliminação de todas as formas de discriminação no acesso, remuneração, ascensão e permanência no emprego. “O atendimento ao chamado do Governo Federal para participar do processo de adesão do programa, já no primeiro ano de governo desta gestão, reflete a disposição política da Prefeitura de investir em ações que dêem atenção a esse recorte de gênero”, afirmou a secretária Especial da Mulher do Município, Ana Selma dos Santos. “É uma política recente no cenário nacional, que garante um fortalecimento institucional e influencia na criação de um ambiente preocupado e empenhado na obtenção da equidade de gênero”, completa a gestora. Para a concessão do selo, são avaliadas ações planejadas e executadas nas estruturas organizacionais e de governança relacionadas ao tema, observando aspectos como sua divulgação interna e externa, seu cumprimento, sua relevância e impacto nas atitudes e mudanças do corpo funcional, gerencial e na organização. A Prefeitura recebeu o selo após uma avaliação que afirmou o “cumprimento muito satisfatório” das etapas e ações pactuadas executadas pelo Comitê Pró-equidade (CIGER). A cerimônia de entrega do certificado aconteceu no dia 8 de dezembro em Brasília. Em todo o país, 88 organizações se inscreveram e 58 foram consideradas aptas. No estado de Pernambuco, apenas duas entidades serão agraciadas: o governo jaboatanense e a Chesf.
Por Monaliza Brito

Por monja Cohen

Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.
Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos-
mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave. Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.
Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram.
E só posso dizer: todas. Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen
Secretarias estão recebendo material educativo e fitas brancas

Comprometida com a garantia de igualdade no âmbito institucional, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes reforça o incentivo à adesão dos funcionários do sexo masculino à Campanha do Laço Branco. Todas as Secretarias estão recebendo material educativo e fitas brancas para serem distribuídas entre os servidores, que são convidados também a assinar um Termo de Adesão. A Campanha do Laço Branco visa inserir a população masculina na luta pelo fim da violência contra a mulher e é coordenada em Pernambuco pelo Instituto Papai. Na Prefeitura, a campanha teve início em março de 2010, com um evento solene que marcou a adesão do prefeito Elias Gomes e dos secretários municipais, e segue até o dia 30 de outubro. Um total de 370 servidores já assinou o termo, mas a meta do Governo Municipal é conseguir 2000 assinaturas. O coordenador de jornalismo do Município, Eduardo Amorim, já aderiu e destacou a importância de expandir a campanha para outros órgãos municipais. “No dia da adesão do prefeito e do secretariado fiz uma proposta para estender a campanha à Câmara Municipal”, conta Amorim. “Conheço a campanha há muito tempo e tive oportunidade de participar em outras instâncias como a Câmara dos Deputados e a Assembléia Legislativa, e defendo a ampliação das adesões para tornar Jaboatão uma referência na batalha pela defesa dos direitos das mulheres”, completa o coordenador. A Prefeitura tem investido também em atividades educativas para a população em geral como palestras, ações nas escolas e distribuição de panfletos em estações de metrô e áreas de grande movimento. Mesmo durante as grandes festas populares, como a Festa da Pitomba, stands são montados para orientar a população e não deixar que o combate à violência seja esquecido.
Por Monaliza Brito
As inscrições seguem até o dia (21/05) para estudantes e (28/05) para servidores

Estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Redação e Artigos de Opinião sobre Gênero do Município do Jaboatão dos Guararapes. Com o tema: “Igualdade entre homens e mulheres no nosso dia-a-dia”, o concurso abre inscrições para textos de servidores públicos municipais e alunos da Rede Municipal de Ensino Fundamental e Médio da cidade. Para os estudantes, as redações devem ser entregues ao professor até o dia 21 de maio. Servidores podem inscrever-se nas Secretarias de Educação, Direitos Humanos e Especial da Mulher até o dia 28 de maio. Cada candidato pode concorrer com apenas um texto. Serão premiados os três melhores trabalhos de cada categoria. A divulgação dos vencedores do concurso será no dia 9, e a premiação acontece no dia 23 de setembro. O primeiro lugar ganha um notebook, o segundo uma câmera digital e o terceiro um aparelho celular. Os textos vencedores vão ser publicados no site da Prefeitura. “O objetivo do concurso é estimular a reflexão no âmbito do Governo Municipal e dentro das escolas, sobre as relações de gênero, com foco nas desigualdades entre homens e mulheres que são construídas no dia-a-dia, incentivando o público-alvo a produzir trabalhos sobre o tema”, explica Patrícia Munick, chefe de núcleo de projetos. O concurso é promovido em ação conjunta das Secretarias Especial da Mulher, Educação e Direitos Humanos, que compõem o Comitê Institucional de Promoção da Igualdade Étnico-Racial e de Gênero do Jaboatão dos Guararapes. Educação Município promove concurso de redação com temática de gênero As inscrições seguem até o dia (21/05) para estudantes e (28/05) para servidores
Estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Redação e Artigos de Opinião sobre Gênero do Município do Jaboatão dos Guararapes. Com o tema: “Igualdade entre homens e mulheres no nosso dia-a-dia”, o concurso abre inscrições para textos de servidores públicos municipais e alunos da Rede Municipal de Ensino Fundamental e Médio da cidade. Para os estudantes, as redações devem ser entregues ao professor até o dia 21 de maio. Servidores podem inscrever-se nas Secretarias de Educação, Direitos Humanos e Especial da Mulher até o dia 28 de maio. Cada candidato pode concorrer com apenas um texto. Serão premiados os três melhores trabalhos de cada categoria. A divulgação dos vencedores do concurso será no dia 9, e a premiação acontece no dia 23 de setembro. O primeiro lugar ganha um notebook, o segundo uma câmera digital e o terceiro um aparelho celular. Os textos vencedores vão ser publicados no site da Prefeitura. “O objetivo do concurso é estimular a reflexão no âmbito do Governo Municipal e dentro das escolas, sobre as relações de gênero, com foco nas desigualdades entre homens e mulheres que são construídas no dia-a-dia, incentivando o público-alvo a produzir trabalhos sobre o tema”, explica Patrícia Munick, chefe de núcleo de projetos. O concurso é promovido em ação conjunta das Secretarias Especial da Mulher, Educação e Direitos Humanos, que compõem o Comitê Institucional de Promoção da Igualdade Étnico-Racial e de Gênero do Jaboatão dos Guararapes.
siga o link para acessar o regulamento: http://www.jaboatao.pe.gov.br/index.php?opcao=21&id=1883
A presença dos amigos foi fundamental.



Eu e Salett Tauk felizes pela publicação da nossa pesquisa.







Livro organizado por Luciana Caravelas da qual fiz parte como co-autora com muito PRAZER e alegria.

Esse é um tema que vem sendo amplamente discutido no campo da comunicação e que envolve várias mudanças nas estratégias de planejamento, criação e mídia. Dentre essas mudanças está o processo de fusão entre os meios de comunicação e não somente uma fusão, mas também a soma de vários suportes e ferramentas de comunicação em busca de soluções para os desafios que o cenário atual exige. Outra novidade do Encontro é o concurso de vídeo CURTA VIDA EM 60”, que tem na sua primeira edição o tema GASTRONOMIA. O tema é uma oportunidade para falarmos de convergência trazendo palestras de profissionais de vários veículos de comunicação especializados neste segmento. Estas são algumas das atrações do VII Encontro de Comunicação da Universidade Salgado de Oliveira, que também terá workshops, mostra de trabalhos e sorteios. Você não pode ficar de fora. Faça sua inscrição e atualize-se! Acessse: http://7encontrodecomunicacao.blogspot.com/