Veja aqui os depoimentos dos meus clientes e participantes dos Workshops de Planejamento e Auto-gestão que organizo.
Todos têm a capacidade de chegar aonde desejar, mas são poucos os capazes de 
usufruir de todo esse potencial. Pensamentos limitantes, baixa autoestima e medo são al-
guns dos obstáculos que nós mesmos colocamos quando nos vemos diante de desafios. 
coach atuará ao seu lado, mostrando ferramentas e dando orientações para que você 
seja capaz de enfrentar e superar todos eles.
No término do processo, você se tornará uma pessoa mais bem preparada para enfrentar 
mundo à sua volta.
O processo de coaching cria um poderosíssimo ajuste de habilidades que nos permite 
entrar em ação para realizar nossos sonhos. É importante compreender que um coach con-
tribui para que seu cliente assuma responsabilidade pelos resultados, foca no desenvolvi-
mento dos estados emocionais, desenvolve a autoconfiança, desperta o poder interior, am-
plia as opções de decisão, elimina bloqueios e proporciona autoreabilitação e felicidade.
Pesquisas indicam que 80% das pessoas que investiram em coaching tiveram uma mudança 
positiva em suas vidas, como aumento da autoestima, melhoras nos relacionamentos e nas habilidades pessoais. 82,7% se disseram muito satisfeitos com a experiência e 96,2% disse-
ram que repetiriam a experiência.
Nas empresas, o retorno médio sobre o investimento em coaching chega a ser 5,7 vezes 
o montante inicialmente investido. Um estudo nos EUA mostrou que executivos quer partici-
param de treinamentos gerenciais apresentaram um ganho de 24% em sua produtividade, 
enquanto os que passaram pelo processo de coaching viram seu desempenho aumentar 
em 88%. Os profissionais ainda relatam melhora nas relações laborais, nos relacionamentos 
com colaboradores e no trabalho em equipe.
Jay Conrad Levinson (Guerilla Marketing), no artigo “O incrível crescimento do Coaching”, 
menciona que “todo campeão do mundo tem um coach”. Não é segredo que atletas profis-
sionais, atores de cinema, gerentes de negócios, CEOs e líderes políticos mundiais usam 
coaches pessoais para providenciar apoio, superar limitações e assistir a sua eliminação. 
Um dos exemplos mais famosos é do jogador de tênis Andre Agassi que teve um famoso 
coach Anthony Robbins.

Veja aqui os depoimentos dos meus clientes e participantes dos Workshops de Planejamento e Auto-gestão que organizo.
dicas para alcançar metas
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Que em 2014 possamos ser autores da nossa própria história, seguir nossa razão, sincronizada com nossa intuição e coração, numa dança cósmica interna, com nosso ritmo interno (masculino/feminino) em perfeita sinergia. Sintonizar nossa missão pessoal e cumpri-la com amor e dedicação, abandonar o pensamento de que somos vítimas das circunstâncias, assumir a responsabilidade pelos nossos sonhos e conquistas, sabendo que tudo tem um preço e ficar atentos a sincronicidade dos acontecimentos nos alinhando com propósitos superiores, sem nos deixar arrastar por correntes contrárias ao equilíbrio e harmonia, pois, a mente cria, o desejo atrai e a vontade realiza através de metas claras e bem elaboradas! Segue abaixo o texto "SETE LEIS DA SINCRONICIDADE" por Depaak Chopra para vocês ficarem atentos e se inspirarem!  FELIZ 2014!



1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso.

2. Meu diálogo interno reflete meu poder interno. O diálogo interno das pessoas autorrealizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções tem poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são a coisas mais importantes na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos em nós daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade e serenidade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão, autocomiseração, sentimentos de inferioridade, inveja. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para as conspirações das improbabilidades. Portanto, isto é um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência desagradável. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.

Para saber um pouco mais sobre o significado da palavra sincronicidade clique aqui
O CONVITE ESTÁ FEITO! 2014 ESTÁ AÍ ESPERANDO SUA MELHOR VERSÃO! 
Formas de Pagamento: Débito em conta, que pode ser parcelado até o dia do evento. Boleto ou cartões de crédito Visa e Master, envie um email solicitando as instruções. 
Informações e inscrições: patriciamunick@gmail.com.



Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas. (A.D)

Atividades que diminuem a flutuação excessiva de pensamentos: Yoga e Meditação. Ou praticar esportes que exigem foco e concentração: tênis, corrida.
Floral que auxiliam na redução dos pensamentos ruminosos/repetitivos: white chestnut.
Floral para pessoas que vivem preocupadas: red chestnut e mimulus.
Floral para direcionar os pensamentos que ficam presos no "mundo mental" para a materialização no mundo concreto: Clematis. 
Incorporar a leitura das imagens na pesquisa social implica estabelecer estratégias metodológicas e esclarecer problemas epistemológicos, que se constituem num verdadeiro desafio. No entanto, vale a pena correr esse risco, pois, é necessário nos atrevermos a nos envolver nesse processo dinâmico de busca de novas ferramentas, promovendo a sua interface, a fim de compreendermos as representações da identidade dentro de um contexto em que se permite a alaboração de tantos significados.
Nesse sentido, concordamos com Fischman ( 2004, p. 118) quando afirma que ler as palavras da pessoa da fotografia sem ver a imagem real dela não seria suficiente, porque, nesse caso, a foto em si é parte do contexto de criar significado. Nessa perspectiva, 
Eric Margolis (2000, p. 05 apud FISCHMAN, 2004: 118) comenta: “retiradas do contexto, as fotografias se tornam significantes livres e flutuantes, que parecem ser pequenos pedaços da realidade, e podem ser usados para sustentar ou “provar” uma variedade de teses contraditórias”.

Para Fischman, a fotografia é uma evidência de parte do processo de criação de subjetividades para todos os atores envolvidos. O autor apoia-se em Annete Khun (1996) para defender a importância de enfatizar que as fotografias são vistas como um tipo especial de evidência:

“Não é que as fotografias devam ser aceitas pelas aparências, ou tenham um valor central, nem que elas reflitam a realidade diretamente, nem mesmo que forneçam qualquer relação auto-evidente entre si e o que mostram. Simplesmente, uma fotografia pode ser material para interpretação – uma evidência, nesse sentido, teria que ser solucionada, como um enigma. Lida e decifrada, como pistas deixadas na cena de um crime” (KHUN, 1996 apud FISCHMAN, 2004, P. 118 - 119).


Sendo assim, Fischman (2004, p. 119) postula ser importante enfatizar que ao utilizar imagens, tais como fotografias, não devemos considerá-las como neutras – simples documentos captados por uma lente (ou por um artista). O autor cita Thomas Popkewitz (1999) para sugerir que os pesquisadores educacionais necessitam:

“entender que o olho não apenas vê, mas é socialmente disciplinado pela ordem, divisão e “criação” das possibilidades da organização do mundo e do sentido da identidade individual. Ao questionar como os olhos vêem, é possível questionar também como os sistemas de idéias “tornam” realidade o que é visto, pensado e sentido. Tais perguntas sobre a razão – ou seja, a construção social da razão (e as relações de poder embutidas nesta) – são os princípios pelos quais o agente “vê” e age para efetuar uma mudança (POPKEWITZ, 1999 apud FISCHMAN, 2004, p. 119)”.

Fischman chama a atenção para o fato de que a incorporação das culturas visuais requer que os pesquisadores educacionais incorporem, criticamente, a noção de investigação e reflexão sobre o que vemos, e como essas imagens são construídas e reconstruídas por todos os participantes de qualquer projeto de pesquisa. Essa reflexão crítica não é mera extensão do velho ditado: Uma imagem vale mais do que mil palavras (2004, p. 119). Certamente, tal ditado não é mais desatualizado, pois ainda serve como explicação para uma experiência imediata para a maioria das pessoas em todo o mundo. No entanto, deve-se notar que, se uma foto vale mais do que mil palavras, para entendê-la refletir sobre ela ou explicá-la, precisamos usar mil e uma palavras. Ainda assim, não há nada transparente ou inerentemente verdadeiro no mundo das imagens (FISCHMAN, 2004, p 119).

Nesse sentido, a pesquisa não se detém apenas nas abordagens estetizantes, voltadas exclusivamente à qualidade artística ou técnica das imagens, mas sim na decifração da finalidade a que se destinaram as imagens (Kossoy, 2001, p. 132.). Assim, faz-se necessário compreender a imagem de forma ampla e complexa, envolvendo o processo descritivo e subjetivo. Para isso, Boris Kossoy propõe a análise técnico iconográfica, que “consiste na análise do registro visual, a expressão, isto é, o conjunto de informações visuais que compõem o conteúdo do documento” (KOSSOY, 2001, p. 77). E segue explicando que, 


“a análise iconográfica tem o intuito de detalhar sistematicamente e inventariar o conteúdo da imagem em seus elementos icônicos formativos; o aspecto literal e descritivo prevalece, o assunto registrado é perfeitamente situado no tempo e no espaço, além de corretamente identificado. A análise iconográfica situa-se ao nível da descrição, e não da interpretação”. 

Concordamos com Kossoy (2001), quando postula essa análise situa-se a meio caminho da busca do significado do conteúdo, sendo necessário, para a sua total compreensão, a busca do significado intrínseco, que só possível através da análise iconológica. Neste momento, faz-se uma "incursão em profundidade na cena representada, que só será possível se o fragmento visual for compreendido em sua interioridade" (Kossoy, 2001, p. 96) .

Esta análise está centrada em como o indivíduo conta a sua própria história (Kossoy, 2001, p.100). Esse método permite-se combinar com diversas técnicas de pesquisa que podem trazer luz ao complexo "mundo" das representações sociais construídas nas imagens.

 Por  Patricia Munick (Comunicadora Social, Professora universitária e Personal coach).