Venho refletindo sobre o bem do desapego. Desapego não é desamor, desleixo, falta de cuidado ou individualismo. Desapego é liberdade. É libertar. É destruir as gaiolas que criamos para prender os passarinhos que nos visitam espontaneamente. É dar nascimento aos outros a partir do momento que não julgamos a quem quer que seja, pois todos nós precisamos anular nossas dificuldades íntimas. É deixar o outro ser exatamente o que ele é e não o que o nosso EGOísmo idealiza.
Quando fazemos isso também renascemos. A esse processo damos o nome de coemergência. Coemergência ocorre quando libertamos o outro dos nossos grilhões mentais, das nossa formas pensamento, e também nos libertamos desses mesmos grilhões mentais e renascemos.
Assim, podemos encarar tudo o que nos acontece como um retorno das nossas próprias vibrações energéticas emitidas pelo poder de pensar. E isso nos coloca diante da responsabilidade por tudo o que nos acontece. Inclusive das pessoas e situações que atraímos para nossa vida.
O termômetro dessa vigilância do pensamento/sentimento está em nos perguntarmos constantemente: como estou me sentindo AGORA? Como o meu corpo está reagindo as minhas emoções? Que pensamentos estão alimentando as minhas sensações e reações?
Escreva. Descarregue no papel e observe.
Quando a nossa mente se corrige, nossos sentimentos se corrigem também, ficando mais leves, mais arejados e aí vem a sensação de liberdade. O corpo também agredece. Ser livre é assumir esse controle. O controle da própria felicidade, do destino. É desapego! Desapego de depositar nos outros a responsabilidade pela nossa felicidade, pelo nosso sucesso. Desapego é ser feliz fazendo o outro feliz e não depender de reconhecimento para se sentir bem.
A timidez ou acanhamento pode ser definida como “o desconforto e a
inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos
objetivos pessoais e profissionais de quem a
sofre. Caracteriza-se pela obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros” (ZIMBARDO, PHILIP. UNIVERSIDADE DE STANFORD)
Existem dois tipos de timidez que geralmente afetam a
qualidade de vida dos indivíduos e que podem ser controlados com técnicas de
coaching. Segundo Zimbardo, são elas:
· Timidez situacional: a inibição se manifesta em ocasiões específicas, e
portanto o prejuízo é
localizado (por exemplo: a pessoa interage bem com a
autoridade e pessoas do sexo oposto, mas sente
vergonha de falar em público);
· Timidez crônica: a inibição se manifesta em todas as formas de convívio
social. A pessoa não
consegue fazer amigos e falar com estranhos, intimida-se
diante da autoridade, tem medo de falar em
público etc.
Em ambos os casos, o
coaching pode ser uma excelente ferramenta para apoiar o cliente que busca
controlar a timidez para uma melhor performance em seu espaço social. As Técnicas de Instalação
de Âncoras são as mais indicadas para simular situações reais, pois levam o
cliente a desenvolver neuroassociações que, uma vez “instaladas” na mente, são
conscientemente ativadas na hora em que a pessoa precisa performar em público, por
exemplo: reuniões, apresentações de trabalhos e projetos.
Muitas vezes, entrar
em contato com a causa do problema não é suficiente para superá-lo. É preciso
treinar o cérebro para novas associações e conexões. Coaching funciona muito
bem para as pessoas que se sentem preparadas para um treinamento de superação
da timidez e que querem de fato melhorar sua performance.
Dependendo do caso,
em poucas sessões é possível se sentir preparado(a) para enfrentar os desafios.
As técnicas, modeladas caso a caso, auxiliam também a aumentar a autoestima
proporcionando auto-confiança e bem-estar, resultando numa melhor qualidade de
vida e possibilitando a ampliação dos horizontes, na medida que, ao destravar,
a pessoa se permite aceitar novos desafios pessoais e profissionais.
As ferramentas
aprendidas durante o processo serão assimiladas de forma que o cliente possa
acessá-las quando quiser, assegurando assim, a continuidade de sua performance.
Patrícia Munick. Coach de Vida & Carreira.
Coaching & Terapia Floral: duas ferramentas poderosas
para elevar sua performance pessoal e profissional.
Um processo de coaching (que não é uma terapia) possui ferramentas poderosas de auto-gestão que independem da terapia floral ou de qualquer outro tipo de terapia. É importante saber que uma coisa independe da outra e que para passar por um processo de coaching não é uma regra que se faça a terapia floral. Indico a terapia floral como coadjuvante do processo de coaching, nos casos em que o indivíduo:
- Está passando por uma forte crise de estresse emocional, por exemplo, e precisa de alívio das tensões para poder iniciar o processo de coaching;
- Quando faz-se necessário "arrumar a casa" mental e emocional primeiro, para que não ocorra sabotagem devido a esses bloqueios emocionais que geralmente impedem o sucesso do processo de coaching;
- Para alívio de tensões;
- Para melhorar a qualidade do sono;
- Melhora do foco, traz clareza e paz mental;
- Auto-percepção;
- Eliminar pensamentos ruminosos;
- Polarização para o positivo de emoções negativas.
Entra em ação conjunta o COACHING COMPORTAMENTAL, com exercícios e ferramentas para auxiliar o indivíduo a soltar as amarras e caminhar mais rápido em direção aos seus objetivos. Nesse processo indico os florais, caso o cliente queira fazer uso deles, que potencializam as mudanças, na medida em que polarizam as emoções negativas para o positivo, atuando no campo físico, mental, emocional e energético.
Este procedimento não inclui indivíduos que estejam passando por depressão severa ou outros distúrbios da psique mais profundos. Para estes casos, deve-se procurar um psicólogo ou psicanalista que deve indicar outro tipo de tratamento inclusive com medicação alopática pois, florais não são medicamentos e não possuem nenhum tipo de efeito colateral.
Veja aqui uma reportagem com a atriz Patrícia Travassos sobre como agem os florais.
Atendimento com hora marcada (presencial).
Agende seu atendimento:patriciamunick@gmail.com
Veja aqui os depoimentos dos meus clientes e participantes dos Workshops de Planejamento e Auto-gestão que organizo.
Todos têm a capacidade de chegar aonde desejar, mas são poucos os capazes de
usufruir de todo esse potencial. Pensamentos limitantes, baixa autoestima e medo são al-
guns dos obstáculos que nós mesmos colocamos quando nos vemos diante de desafios.
O coach atuará ao seu lado, mostrando ferramentas e dando orientações para que você
seja capaz de enfrentar e superar todos eles.
No término do processo, você se tornará uma pessoa mais bem preparada para enfrentar
o mundo à sua volta.
O processo de coaching cria um poderosíssimo ajuste de habilidades que nos permite
entrar em ação para realizar nossos sonhos. É importante compreender que um coach con-
tribui para que seu cliente assuma responsabilidade pelos resultados, foca no desenvolvi-
mento dos estados emocionais, desenvolve a autoconfiança, desperta o poder interior, am-
plia as opções de decisão, elimina bloqueios e proporciona autoreabilitação e felicidade.
Pesquisas indicam que 80% das pessoas que investiram em coaching tiveram uma mudança
positiva em suas vidas, como aumento da autoestima, melhoras nos relacionamentos e nas habilidades pessoais. 82,7% se disseram muito satisfeitos com a experiência e 96,2% disse-
ram que repetiriam a experiência.
Nas empresas, o retorno médio sobre o investimento em coaching chega a ser 5,7 vezes
o montante inicialmente investido. Um estudo nos EUA mostrou que executivos quer partici-
param de treinamentos gerenciais apresentaram um ganho de 24% em sua produtividade,
enquanto os que passaram pelo processo de coaching viram seu desempenho aumentar
em 88%. Os profissionais ainda relatam melhora nas relações laborais, nos relacionamentos
com colaboradores e no trabalho em equipe.
Jay Conrad Levinson (Guerilla Marketing), no artigo “O incrível crescimento do Coaching”,
menciona que “todo campeão do mundo tem um coach”. Não é segredo que atletas profis-
sionais, atores de cinema, gerentes de negócios, CEOs e líderes políticos mundiais usam
coaches pessoais para providenciar apoio, superar limitações e assistir a sua eliminação.
Um dos exemplos mais famosos é do jogador de tênis Andre Agassi que teve um famoso
coach Anthony Robbins.
Veja aqui os depoimentos dos meus clientes e participantes dos Workshops de Planejamento e Auto-gestão que organizo.
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Infográfico: Confira o infográfico sobre Dicas para alcançar metas | Sociedade Brasileira de Coaching.
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