OBJETIVOS


· Planejar uma estratégia para sua vida dentro e fora do trabalho através da aplicação de ferramentas de self coaching;
· Avaliar as 12 áreas da vida e identificar áreas de alavanca;
· Identificar e desafiar crenças limitantes;

· Definir sua Missão & Propósito, Visão e alinhamento com Valores;
· Planejar seu progresso e administrar seu tempo.


FACILITADORA

Profª Msc Patricia Munick

DATA

16/03/2013

LOCAL

Universo Campus Recife

HORÁRIO

08h às 17h

INVESTIMENTO

R$ 140,00

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES

(81) 3797 - 9029 / 8726 - 1023



O príncipe Sidarta Gautama, decidiu encontrar a iluminação e abandou as riquezas, deixou de morar com a família e foi viver totalmente sem nada em meio a natureza. Não levou nem as roupas que usava. Um belo dia estava ele debaixo de uma árvore meditando, quando ao abrir os olhos chamou sua atenção uma pequena embarcação que deslizava suavemente num rio à sua frente. Naquele momento, ao contemplar aquela cena onde alguém tocava um instrumento de cordas que emitia uma melodia suave e harmoniosa a ponto de interromper seu estado meditativo, o buda encontrou o que tanto procurava.
Reparando na perfeição do instrumento, ele refletiu que para vibrar daquele jeito era preciso a correta   calibração das cordas. Se apertar demais o som sai errado e se apertar de menos também. Nem tão apertado, nem tão frouxo.
Quando pensei nessa história, me deu vontade de escrever sobre como lidamos com nossas emoções e situações do cotidiano porque me lembrei das inúmeras vezes em que tentei perder peso rapidamente e recorri a dietas radicais. Era a dieta da sopa, do limão, da lua... e sempre o mesmo resultado: acabava descompensada comendo tudo novamente e engordando de novo. Não adianta, tem que ir por etapas.
Nós seres humanos somos como uma cebola. Cada camada é como uma imperfeição que precisamos eliminar para revelar o Eu Verdadeiro que está encoberto por elas. E isso é um processo.
Quando acessamos/buscamos nossa Consciência, que está acima da nossa personalidade, damos início ao processo de identificação e retirada das camadas. Podemos perceber o que está por trás do efeitos: as causas. Digamos que os efeitos sejam nossos comportamentos que levam a nossa realidade projetada.
Por exemplo: O que nos leva ao comportamento de comer compulsivamente? A realidade projetada acaba sendo desagradável: um corpo obeso que você não se identifica com ele.
Quando fazemos o mergulho na busca do Eu Verdadeiro (a Consciência) podemos descobrir que a comida pode estar sendo usada como fuga, compensação, auto-punição e tantos outros escapismos e somatizações quantos forem os problemas íntimos. A busca pelo auto-conhecimento é o caminho que nos ajuda a afinar as cordas do nosso íntimo para que sejamos "instrumentos com vibrações harmoniosas". Não importa se essa busca esteja na sua religião ou na psicologia, ou num processo de coaching enfim, é um caminho que precisa ser trilhado com honestidade e persistência, porque o que importa é entrar em contato com a felicidade que mora dentro de nós mesmos.
Só nós podemos descobrir a saída para as situações que criamos e que geram mais problemas na nossa realidade projetada, que podem chegar a casos extremos como a obesidade, o alcoolismo, ou doenças da emoção como pânico, depressão e ansiedade. Para ilustrar, gosto de contar uma história que li em algum lugar.
Um certo dia um grupo de jovens monges estava fazendo uma pequena viagem a pé para conhecer um outro monge muito sábio e famoso na região. Pelo caminho, um deles encontrou uma fenda num paredão de rocha e resolveu enfiar a cabeça para olhar o que estava por trás dela. Depois de satisfeito, tentou voltar e notou que ficara preso. Atônito, o jovem desesperou-se, debateu-se, e tentou de todas a formas sair sem sucesso. Depois de longas horas, os amigos sem ter mais como ajudá-lo, decidiram que seguiriam a viajem sem ele que sacrificaria a vida ficando ali resignado esperando um socorro que por sorte chegasse antes da morte.
Quando o grupo afastou-se, não demorou muito e um outro monge que viajava sozinho, vendo a cena do homem com a cabeça enfiada na fenda, aproximou-se curioso para saber o que ele fazia ali. O pobre homem respondeu resignado que esperava a morte porque não sabia como sair daquela situação.
O viajante dando uma risada disse:
- Ora, saia do mesmo jeito que entrou!
E dando as costas foi-se embora.
Então o homem conseguiu lembrar-se do jeito que enfiou a cabela na fenda e finalmente conseguiu retirá-la  salvando-se da morte.
Bem assim são as contendas e as crises de longo curso que se iniciam e muitas vezes nem sabemos como. Ficamos tão envolvidos nos processos, nas consequências e desdobramentos que, se nos permitíssemos parar para "sobrevoar", ou seja, lembrar ou identificar como criamos ou entramos em determinadas situações, tudo seria diferente em nossas vidas. Culparíamos menos os outros pelo que nos acontece e assumiríamos o controle de nossa vida com mais auto-responsabilidade e auto-cuidado. Quando vier a pergunta, porque isto está acontecendo comigo? Lembremos do monge preso na fenda e respondamo-nos com outra: Como foi que enfiei minha cabeça nisto?
Paz Profunda!
Patrícia Munick.
Professora universitária e Personal Coach



Acredito que tudo está interligado em sua essência e que a separatividade é apenas aparência do mundo fenomênico tridimensional. Na tela do tempo e espaço o infinito torna-se finito. Este conhecimento é libertador, e pode nos levar a curas profundas em nosso SER e na forma como lidamos com o outro. Aprender a coexistir, é o caminho da libertação das amarras e formas pensamentos que nos levam a ilusão de acreditar na separatividade e de que a nossa verdade é a única. Nisto consiste a mensagem do grande Mestre: "Amar o próximo como a si mesmo". Isso há muito deixou de ser idealismo místico para ser a premissa básica que preservação da nossa espécie.  Pacificação. Na paz se fica são.

Os ensinamentos da física quântica e da neurolinguistica nos levam a entender que somos parte de uma grande teia global e que tudo está conectado.

Refletindo um pouco mais...

Uma visão mecanicista e dualista como característica aparente e explicativa do mundo fenomênico, até pela ciência ocidental vem sendo superada, pois o novo paradigma consiste em recuperar a visão do todo e a forma como se deve lidar com a realidade, já que as ciências sociais e naturais sozinhas há muito não dão conta de explicá-la fazendo-se necessária a criação de novos paradigmas para que possam complementar suas premissas. Uma prova disso é a profusão de títulos à venda como "Inteligência Espiritual", "Inteligência Emocional" e "Espiritualidade corporativa", "O Segredo", "Quem somos nós" num movimento cuja tendência é conectar o homem a sua essência espiritual.

O sucesso dessas publicações está no fato de o ser humano na sua busca refletir sobre o que é estar no mundo e procurar dar sentido a vida. Uma vida com sentido é uma vida com propósito. Sobre isso não faltam publicações para criar uma vida com propósito mas quero falar um pouco de coexistência. Não no contexto político e sócio-cultural onde nasceu o sentido do termo. Mas a coexistência como atributo de liderança. Como postura. 

Coexistência é o princípio daqueles que buscam conviver pacificamente com opostos e diferenças. Considero que as pessoas que entendem esse princípio são fortes agentes harmonizadores por onde andam seja no local de trabalho, em casa, entre os amigos, na igreja, na comunidade. Dificilmente fazem inimigos preferindo a diplomacia. Coexistência passa a ser uma postura onde se respeita a si mesmo e seus valores sem rebaixar ou confrontar os valores do outro. A coexistência como princípio engloba a capacidade de estabelecer empatia que é uma característica daqueles que sabem se colocar no lugar do outro.  Antes de julgar e criticar, os coexistentes procuram compreender. As pessoas coexistentes conseguem manter relações de amizade até entre pessoas que se antagonizam. Muitas vezes até promovendo a harmonia ou pelo menos o respeito entre elas. A diplomacia é uma forte característica de quem sabe coexistir.

Outro ponto forte da coexistência como princípio é a preocupação com o todo. Como é preciso ter visão ampla para enxergar o todo, a coexistência não esquece o interesse das partes.  Trata-se de um senso de sabedoria que exige muita generosidade. Paciência e tolerância também são atributos importantes da prática da coexistência.

Se o indivíduo adota como postura promover a coexistência em si mesmo e no seu ambiente, saberá aplicar valores universais como ética, paz e respeito às diferenças para criar a realidade que deseja em seu ambiente de trabalho, em casa, na comunidade. É um ato de doar-se para entender de forma generosa o que o outro está pensando e como pensa e assim comunicar-se com ele de forma satisfatória. Um desafio.  O líder que sabe coexistir posiciona-se de forma que ao estabelecer seus propósitos todos se sintam beneficiados de alguma forma. Assim sendo coexistência também exige boa comunicação e expressão pois exige clareza e transparência na transmissão dos objetivos. Coexistir é o ato de auto-aprimorar-se para satisfazer não só aos seus desejos e ambições mas em como isso impacta no todo e também como o todo pode beneficiar-se do que ele está propondo.

Para ser coexistente o líder que não possui habilidades inatas de comunicação precisa adquiri-las através de ferramentas que o ajudem a expressar corretamente seus propósitos. A boa comunicação exige a compreensão de como funciona  a mente humana e seus mecanismos de aprendizagem e assimilação. Muitos conflitos existem por falta de uma boa comunicação o que impede que as pessoas passem a coexistir pacificamente. Isso nos remete ao início do texto sobre separatividade. Quantos desentendimentos ocorreram porque as partes defendiam os mesmos interesses utilizando argumentos diferentes! Por não conseguirem abrir mão de seus argumentos não conseguem enxergar que estavam defendendo a mesma coisa. Mas o cerne da questão não está em "abrir mão", mas numa atitude mental importante na comunicação:  entrar em empatia. E isso nos remete ao que já foi resumidamente dito aqui.

Assim sendo não basta fazer bons cursos de comunicação para seduzir públicos de seu interesse mas entender a coexistência como princípio da dinâmica de mundo e assim internalizar e praticar valores universais que o impulsionem a atuar como um verdadeiro agente de mudança.

Patricia Munick.
Comunicadora Social, Professora e Personal Coach



Será aceita a inscrição de projetos sob responsabilidade da administração pública e de pessoa(s) jurídica(s), constituídas sob as leis brasileiras, sem fins lucrativos, com atuação no terceiro setor, tais como: associações, fundações, OSCIPs ou organizações sociais.
Poderão candidatar-se projetos que tenham como foco em pelo menos uma das seguintes linhas de atuação:
  • Geração de renda e oportunidade de trabalho;
  • Educação para a qualificação profissional;
  • Garantia dos direitos da criança e do adolescente.
Os projetos inscritos devem contemplar ações diretas que se relacionem às atividades de implantação, implementação, expansão, aperfeiçoamento ou replicação do projeto.
Para baixar o edital acesse: http://dec.petrobras.com.br/regulamento/
Estão abertas, até o dia 19 de setembro, as inscrições para a I Conferência Estadual de Desenvolvimento Regional em Pernambuco, realizada pelo Ministério da Integração Nacional (MI) e pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco - Condepe/Fidem. As inscrições são gratuitas.  Os interessados em participar devem acessar o site www.condepefidem.pe.gov.br, e preencher o formulário de inscrição. A Conferência ocorrerá de 26 a 28 de setembro, com abertura prevista no auditório d a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE).
 Podem participar representantes do Poder Público Estadual e Municipal (Executivo, Legislativo, Judiciário, além de entidades  associativas dos municípios), da Sociedade Civil Organizada (organizações não governamentais, associações, entidades de representação dos trabalhadores, sindicatos dos trabalhadores, redes de articulação social não governamental), Setor Empresarial (organizações dos diversos segmentos do empresariado como federações, confederações, centro s empresariais e redes) e de Instituições de Ensino Superior, Pesquisa e Extensão, públicas ou privadas.

A proposta do evento é  promover o debate sobre as desigualdades regionais,  visando à sua redução, à integração nacional, ao desenvolvimento sustentável, assegurando inclusão socioeconômica e melhoria da qualidade de vida. O debate de âmbito estadual resultará em princípios e diretrizes para a formulação das Políticas Nacional e Estadual de Desenvolvimento Regional. No evento, serão abordadas três grandes propostas: dimensão de política nacional; perfil de política de estado e abordagem das desigualdades regionais em múltiplas escalas.

A etapa estadual será  preparatória para as conferências macrorregional e nacional. Pernambuco elegerá catorze (14) delegados que representarão o Estado, nestas duas etapas, sendo a macrorregional em outubro e a nacional no mês de dezembro, em Brasília (DF). 



O Prêmio Contruindo a Igualdade de Gêneros consiste em concurso de redações, artigos científicos e projetos pedagógicos, dirigido a estudantes de Ensino Médio, Graduação, Pós-Graduação e Escolas da Educação Básica na área das relações de gênero, mulheres e feminismos, contemplando suas interseções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.

Para inscrições e mais informações acesse: http://igualdadedegenero.cnpq.br/igualdade.html